| Análise | ||||||||||
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| Bruno Maestrini |
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Uma grande novidade do título é que agora você pode escolher de qual raça o seu personagem será no início do jogo, ao contrário do primeiro, que só dava a opção de começar com humano. Cada raça tem sua especialidade. Dríades e elfos têm mais facilidade com mágica, os meio-gigantes, com força bruta, e o humano é uma média de todos. Mas uma vez que você escolher um caminho a seguir, mantenha-se nele. Um guerreiro forte em uma habilidade é infinitamente superior a um que sabe um pouco de cada coisa. A câmera segue com o mesmo problema do jogo anterior: não mostra horizonte suficiente e limita o campo de visão do jogador. Talvez isso seja até proposital, para delimitar o que pode-se antever no jogo. No primeiro Dungeon Siege, muito reclamaram da automatização das batalhas. Em função disto, os desenvolvedores inseriram na nova versão a possibilidade de desativar essa opção. Com um pouco de exagero, entretanto: caso você escolha ataques não automatizados, terá que clicar em cima do inimigo a cada golpe. Poderia haver um meio termo. Um aspecto negativo do jogo é que, quando há um obstáculo ou uma rampa entre o jogador - que usa armas de longa distância - e um inimigo, o jogador não se reposiciona de forma que possa acertar o inimigo. E, em vez disso, permanece atirando contra a parede. Nesses casos, não há vantagem alguma em se ter um arqueiro, por exemplo. É uma situação recorrente mas não chega a atrapalhar a jogabilidade.
Em linhas gerais o game cumpriu o que se esperava: melhorou os gráficos, manteve seu estilo e consertou diversos problemas da edição anterior. Dungeon Siege II garante horas de diversão. E além disso, o game tem várias raças e níveis, garantindo novidades ao se recomeçar o jogo depois de zerá-lo pela primeira vez. |
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Redação Terra |
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