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Segunda, 30 de junho de 2008, 15h25  Atualizada às 15h32
Criadora de Crysis está decepcionada com pirataria
 
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Produtora espera que pacote Crysis Warhead não sofra tanto com a pirataria
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Durante uma entrevista concedida ao "IGN", Cevat Yerli, CEO da desenvolvedora alemã Crytek, responsável pelo jogo Crysis, falou um pouco a respeito da pirataria de títulos para PC, algo que teria levado a empresa a desenvolver também para videogames.

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Yerli afirmou que existia a esperança de que Crysis pudesse fazer mais sucesso, ainda que as expectativas comerciais para o título tenham sido atingidas. O motivo provável deste resultado mediano teria sido a pirataria, que, segundo o executivo, é maior em jogos para PC.

"É incrível como a taxa entre vendas e pirataria está provavelmente entre 1 em 15 e 1 em 20 no momento", criticou o executivo ao afirmar que para cada unidade original de Crysis eram baixadas entre 15 e 20 versões piratas, algo classificado por ele como "vergonhoso". Ele espera que situação semelhante não aconteça com seu próximo título Warhead, uma expansão de Crysis prevista para o último trimestre do ano.

A pirataria de Crysis teria levado, inclusive, à decisão de abandonar a exclusividade de desenvolvimento dos jogos para PC, conforme noticiou o "GamesIndustry" no final de abril.

"Foi uma grande lição para nós e acredito que no futuro não teremos mais jogos exclusivos para PC, como fizemos com Crysis. Apoiaremos o PC, mas não mais exclusivamente", declarou Cevat na época.


 
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