World Cyber Games
Sábado, 18 de agosto de 2007, 12h34 
Bedéis fiscalizam games: roubar, só dentro do jogo
 
Eduardo Fernandes
Direto de São Paulo
 
Eduardo Lopes/Especial para Terra
Sempre atentos, os juízes ficam em volta dos jogadores - e não dão moleza
Sempre atentos, os juízes ficam em volta dos jogadores - e não dão moleza
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Morreu no jogo? "Morreu" na vida comum. Essa é uma das regras do campeonato de Counter Stryke. A fiscalização é implacável. Se você perder a vida durante o jogo, não pode falar ou gesticular, tem que ficar na sua. Dois juízes ficam de olho nos dez micros nos quais alguns dos jogadores mais conceituados no mundo tentam vencer os oponentes.

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Essas regras são padronizadas mundialmente e surgem de um modo, digamos, democrático. Um dos juízes conta que elas são o resultado de discussões em fóruns e comunidades na Internet.

Antes de começarem as disputas, as configurações dos computadores e dos jogos são minuciosamente verificadas. Em alguns casos, até mesmo o uso da internet é proibida. O jogador não pode baixar definições que usaria em lan houses e nem mesmo usar certos comandos.

Mesmo em jogos como Need for Speed, no qual quebrar regras é uma regra, você fica debaixo da vigilância dos "bedéis dos games". Qualquer tentativa de roubo e será desclassificado. Quer dizer, fora do jogo. Dentro, a conversa já é bem outra.


 

Especial para Terra

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