Análise
Star Wars Empire At War: Forces of Corruption
 
Joan Narcís Marcè
 
Divulgação

Busca
Busque outras notícias no Terra:

Era uma vez, em uma galáxia muito, muito distante, um tal George Lucas que inventou a galinha dos ovos de ouro. A saga Star Wars segue muito viva, e prova disso é a nova ampliação de Star Wars: Empire at War.

A saga Empire at War nasceu como resposta a toda a comunidade de amantes da estratégia em tempo real que pedia um jogo baseado no universo de Lucas, coisa totalmente lógica quando vemos que tal universo está quase desenhado para este gênero: as batalhas épicas em planetas exóticos e em órbita ao redor dos planetas, grande variedade de unidades de todo tipo, heróis carismáticos em um e outro lado, a Força, e uma infinidade de outros detallhes que lhe dão esse "não sei bem quê" presente em qualquer jogo que nos prende à tela.

Intitulado Forces of Corruption, o jogo nos devolve à estratégia em tempo real ambientada na guerra da Aliança Rebelde contra o Império, o que faz pensar que deixaram para a terceira edição todas as Guerras Clônicas.

Desta vez nos é oferecida uma nova facção não alinhada com nenhum dos bandos conhecidos, um exército de criminosos sob um misterioso líder "teoricamente" a serviço de Jabba.

Recordemos que numa guerra os exércitos estão mais dependentes do inimigo que dos ladrões, assassinos, etc que tenham dentro de suas fronteiras. Assim, encontrar todo um exército bem organizado à margem da batalha principal pode ser uma dor de cabeça - mas para os dois bandos.

Neste novo campo de batalha, encarnaremos um líder criminoso que pretende mudar o rumo da guerra através de subterfúgios, corrupção e tudo que o dinheiro puder comprar.

Assim, este novo bando poderá subornar unidades inimigas, quer sejam rebeldes ou imperiais, e comprar naves e veículos de qualquer raça no mercado negro. Em si, não é nada novo, pois vimos em incontáveis ocasiões como existem unidades que permitem fazer com que unidades inimigas se aliem a nós, mas em sendo do universo Star Wars, com tudo que isso implica, a manobra adota tintas cinematográficas e parece trazer um sopro de ar fresco à saga Empire at War.

Forces of Corruption, como era de esperar, nos oferece novas unidades para as três facções, que incluem os B-wings para a Rebelião, a impressionante nave classe Executor do Império, que fará a delícia dos aspirantes a Lorde Sith, ou naves invisíveis capazes de atravessar campos de asteróides para o terceiro bando em guerra.

Os dados são o que mais vai atrair os amantes desta saga: mapas até 40% maiores, 40 unidades novas para a nova facção, e, bem... já mencionamos a nave classe Executor?

Em si, esta nova facção estará destinada à guerra de guerrilhas, com missões tão pitorescas como roubo, extorsão, sabotagem e suborno. Ora vamos, é o céu na terra para todos os que foram fãs do caçador de recompensas Bobba Fett na primeira trilogia.

Com unidades que permitem a inclusão de novas táticas no campo de batalha, novas missões, heróis míticos e toda a aura que acompanha qualquer encarnação do universo Star Wars, Forces of Corruption está destinado a ser um novo sucesso para a Lucas Arts.

A Força nos acompanhará na próxima primavera.


 
Terra Espanha

publicidade